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O livro morreu, teria dito Bill Portões
de Luiz Henrique Quemel | Quarta, 19 de Março de 2008
Esse Bill Gates até que é sangue “B” (de bão) positivo pelas doações que faz, mas como visionário prevê cada uma. Insiste na tese que o livro morrerá. Já tentou isso uma vez ao escrever um livro (A Estrada do Futuro). Pelo visto a pavimentação desta parece com as nossas: todas esburacadas.
Quando Gutenberg inventou a prensa, falaram que seria a morte dos professores.
Numa audiência com terceirizados de TI do governo norte-americano, o ex-CEO da Microsoft contou a história da sua filha, que vai para a escola com um Tablet PC debaixo do braço.
Bill Gates anunciou em Washington que o livro já não é necessário. Durante o seu pronunciamento, ele descreveu um mundo no futuro onde a televisão será baseada na internet.
Pelo menos aqui no Brasil, enquanto houver vigaristas politicos, o livro não morre, se depender é claro, da Máfia dos didáticos.
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Quarta, 19 de Março de 2008 at 16:42
Isso sim é ironia…Bill Gates escreve um livro dizendo que o livro ira acabar?!?!